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O que é hiperidrose?

Hiperidrose ou transpiração excessiva é considerada uma doença que se caracteriza por suor em excesso, particularmente nas mãos (hiperidrose palmar), nos pés (hiperidrose plantar) e nas axilas (hiperidrose axilar) sem que haja motivação aparente para que isso ocorra. O aumento da secreção do suor pode ser primário, constituindo a chamada hiperidrose primária ou essencial, também conhecida como hiperidrose emocional. Em algumas doenças da tireóide, no diabetes, etc., pode haver sudorese excessiva decorrente da própria doença. Chamamos essa hiperidrose de secundária.

Por que suamos?

O suor constitui mecanismo importante na regulação da temperatura do corpo; aumenta normalmente em algumas circunstâncias como, por exemplo, quando há elevação da temperatura ambiente, exercícios físicos e estímulos psíquicos (medo, emoções violentas, etc). A produção do suor é estimulada pelo sistema nervoso simpático, que constitui parte do chamado sistema nervoso autônomo, que tem esse nome porque funciona independentemente da nossa vontade.

Por que algumas pessoas transpiram muito?

Não se conhece exatamente o mecanismo determinante da hiperidrose. Admite-se que haja, nesses indivíduos, aumento da atividade do sistema nervoso simpático devido á instabilidade emocional. Essa hiperidrose só se manifesta na pessoa acordada; quando o indivíduo está sedado ou dormindo, ele não transpira.

Quem tem mais hiperidrose: o homem ou a mulher?

A hiperidrose incide igualmente em pacientes do sexo masculino e feminino. Ocorre que a mulher, por seu próprio temperamento, aceita menos esta condição, procurando tratamento com maior frequência do que os homens. Daí a aparente prevalência da doença nas mulheres.

Em que época da vida ocorre?

Costuma surgir na infância, agravando-se na época da puberdade, período de transição em que a instabilidade emocional se acentua, pois o indivíduo deixa de ser criança e não é considerado adulto. Algumas vezes há melhora da condição com o amadurecimento psíquico do paciente, porém, muitas vezes, a hiperidrose persiste durante toda a vida. Em raras ocasiões surge na idade adulta.

Em que regiões do corpo se manifestam a hiperidrose e qual o incômodo que causa?

A hiperidrose ocorre predominantemente nas mãos, nos pés e nas axilas, mas pode também afetar a face e o couro cabeludo, constituindo a chamada hiperidrose craniofacial.

A hiperidrose das mãos costuma ser mais incomodativa do que em outras regiões e habitualmente surge na infância, agravando-se na puberdade. Entende-se esse fato porque as mãos constituem segmento de relação do indivíduo com outras pessoas e também com o meio em que vive. As extremidades, por transpirarem excessivamente, apresentam-se frias e, por vezes, arroxeadas.

Essa manifestação, evidentemente, causa embaraços, tanto de ordem social como profissional. O indivíduo tende a se isolar, evitando festas, reuniões sociais e, até mesmo, namoro, pois sente vergonha de molhar tudo o que toca, e anda permanentemente com um lenço nas mãos para secá-las. Do ponto de vista profissional, a hiperidrose palmar pode incapacitar o individuo para determinados trabalhos. É o caso, por exemplo, de eletricistas, eletrotécnicos e todas as profissões que implicam em manipulação de materiais elétricos.

A hiperidrose axilar, além do inconveniente de a transpiração excessiva manchar a roupa, o suor local pode sofrer a ação de germes, passando a apresentar odor penetrante, conhecido como bromidrose. Costumaaparecer na época da puberdade, quando as glândulas do suor das regiões axilares atingem sua maturidade funcional e tem como fator agravante condição precária de higiene, pode associar-se a dermatites (irritação da pele).

A hiperidrose dos pés, em geral, acompanha a hiperidrose das mãos, e é agravada pelo uso de calçados fechados, que ajudam a promover maceração da pele. Além de poder ocasionar odor penetrante nas meias e sapatos, o excesso de transpiração nos pés favorece a ocorrência de infecções por fungos (micoses) ou por bactérias.

A hiperidrose craniofacial pode se constituir em manifestação constrangedora para o paciente, tanto do ponto de vista social como profissional, pois transmite a impressão de insegurança do portador. Não raras vezes se acompanha de rubor facial. Costuma se manifestar na vida adulta.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é clínico, devendo, o médico, afastar alguma das doenças que podem ocasionar a hiperidrose secundária.

Tratando-se de hiperidrose primária (emocional), há predominância de sua ocorrência nas mãos e nos pés, podendo se associar, algumas vezes, à hiperidrose axilar. A história do paciente, por si só, já é o suficiente para diferenciar fenômeno primário do secundário, pois, como foi dito anteriormente, o excesso de suor geralmente ocorre desde a infância, acentuando-se na época da puberdade. No exame físico, constata-se a transpiração significativa nas regiões citadas, que costuma ser bem evidente nessa ocasião pela maior tensão emocional que o exame médico acarreta.

Quais são os tipos de tratamento?

Dependendo da intensidade, a hiperidrose pode ser tratada clínica ou cirurgicamente. O médico determinará o melhor tipo de tratamento para cada caso.

Inserido em 2014-02-03